Rasga o grito
Rompe-se a corda do tempo
Dor e riso confundem-se em sombras e luz.
No peito um jardim florido
Um canto
Um espetáculo de vida
Uma emoção
Foto de Lúcia Leal - Caminho de Brasília
Rasga o grito
Rompe-se a corda do tempo
Dor e riso confundem-se em sombras e luz.
No peito um jardim florido
Um canto
Um espetáculo de vida
Uma emoção
Foto de Lúcia Leal - Caminho de Brasília
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
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| foto: Sinésio Dioliveira |
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Desconheço sua voz e seu tom
Dói-me a dor de uma vida inteira
Ou de um dia perdido numa mordida
Longe, a saudade já não toca, nem canta
Um canto vazio ocupa a alma
Feito concreto sobre fendas
Desconheço sua cor, seu dom.
Hoje...
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Você recolheu a vida.
Não pode mais oferecer frutos, mem sombra.
Ainda que seja uma bela figura poética e solitária,
não pode absorver,
não é mais capaz de alimentar-se.
Assim permanecerá
como um tempo ou um vento parado.
Eu?!
Sou vida que pulsa em mil cores.
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Recebemos em Goiânia uma celebridade do mundo da esperança. Veio trazer boas novas! Estive lá e transcrevo abaixo o que entendi. A mensagem, para mim, é de fé.
Sobre a palestrante:
Karinne Barlow é goiana, teve um filho com paralisia cerebral, pesquisou e descobriu o Método Anat Baniel na internet, em São Francisco. Foi até lá e levou o filho. Frente aos resultados ficou, estudou 4 anos com Anat e tornou-se terapeuta. Atua com crianças PC, autista, down, atletas, dores crônicas. ..
Sobre o metodo:
O método, desenvolvido pela psicóloga Anat Baniel, baseia-se no conceito de plasticidade neuronal segundo cientista chamado Merzenick e os experimentos práticos do método Feldencrais. Foi aluna dele.
Sobre o embasamento do Método:
Anat Baniel é psicóloga de formação e israelense. O pai foi um cientista importante na região dela e era amigo de um fisiologista também dedicado a ciência chamado Feldencrais. Feldencrais, desenvolvera na prática o método de terapia para terapia ortopédica, muscular, envolvendo estimulação do cérebro que leva seu nome. Ele teve uma fratura em si mesmo e aplicara técnicas para curar a si mesmo via estímulo de outras atividades para o cérebro. Logo em seguida, em outro lugar surgem as pesquisas de Merzenick que subsidiam o método de Feldencrais. Meezenick fez experimentos com gatos. Ele suturou um olho e depois de algum tempo ao liberar este olho, o mesmo estava cego e a região do cérebro que correspondia a ele havia tomado conta do outro olho. Ele postula que plasticidade neuronal é do cérebro e nada tem haver com faixa etária da pessoa. Em qualquer idade existe a plasticidade como uma "habilidade" do cérebro.
Nesta base Anat começou a atender crianças PC, autistas e com outras disfunções.
O método não tem objetivo de desenvolver funções específicas. Por exemplo, não tem uma técnica para desenvolver o controle de cabeça. As técnicas são globais. Os estímulos são a partir do que a criança está fazendo no momento.
O método consiste em acrescentar novos elementos na ação da criança para que ela construa um mapa da maneira que ela pode.
Sobre os principios:
Ela cita na palestra 9 princípios que embasam a aplicação do método:
1. A atenção- a criança deve estar concentrada na atividade. Não há aprendizado se ela não estiver atenta.
2. Tempo- o tempo da criança deve ser respeitado. Deve haver cuidado com aceleração massiva do dia a dia. Deve-se respeitar o tempo e reduzir o ritmo. Inclui-se a própria ansiedade dos país, cuidadores no momento da ação.
3. Variação- uma atividade deve se relacionar com outra atividade sempre. Fundamental as Celebrações dos erros. Os erros devem ser celebrados e até mesmo incentivados.
4. Sutileza- Os estímulos novos devem ser sutis, delicados, até mesmo discretos. "Quanto maior a intensidade menor a sensibilidade" (Weber - Fechner).
5. Entusiasmo- o terapeuta, os pais, quem está com o cliente, precisa acreditar honestamente, e demonstrar isto, no potencial da criança. Ela fala de neurônios espelho que comprovam a capacidade instintiva observarmos e repetirmos conexões.
6. Flexibilidade de objetivos - não antecipar, não fixar em objetivos quem criança talvez não esteja pronta. Estar aberto para o que vier. Não fixar em uma posição para o filho.
7. Interruptor do aprendizado- atentar para o estado da criança. Dores, cansaços ou outros fatores fisiológico emocionais que impedem o aprendizado.
8. Imaginação- imagine com a criança. Entre no sonho com ela. Crie cenários. O sonhar, imaginar, cria conexões e traça mapas no cérebro.
9. Auto- conscientização (neologismo - sem tradução)- fazer com que a criança tenha percepção do que está fazendo. O profissional ou a mãe, pai, que esteja consciente de si, de suas ansiedade e de seu próprio controle.
Pontos marcantes:
* o mapa corporal é limpo quanto mais bebê, o que não quer dizer que novos mapas não possam ser construídos.
* o cérebro de hoje e sua habilidade deve ser respeitado.
* o processo deve ser apreciado. Não se pode apressar o rio.
Acreditar que tudo ficará bem. Tudo dará certo no final.
26 de abril de 2014
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.
Pegar um silêncio com a mão
A cabeça, na lua
E o nariz no chão.
Encontrar um vento no caminho
Os pés, na estrada
E o coração no ninho.
Molhar uma chuva no mar
Os olhos, no horizonte
E a alma a sonhar.
(Dedicado ao meu Grupo de Reich)
Psicóloga, Psicoterapeuta, Mentora de Carreira, Professora, Mãe, Mulher. Não necessariamente nesta ordem.