domingo, 25 de outubro de 2015

MULHER

Quando puder não mais chamar-te

Quando puder  caminhar de olhos postos no hoje


Sou andorinhas no céu

O grito   saltará do peito
A voz   livre das entranhas

Sou brasas  nas veias

E quando este, o sol se põe
e a barra do dia surge no horizonte


Sou mullher

domingo, 11 de outubro de 2015

MEDO

Eis que dói o medo.
Vermelho,
Sangue,
(Feito jorro das entranhas), pulsa!
Pulsa (de vida ou de vergonhas ) viceral Entrega-se  em morte no leito!
Sombra e dor a rasgar-se de prazer.
Foto:
"Onde há  medo há  prazer." Por Nilton Ferreira
(Em cabaça e papel mache)

BERÇO AZUL

És a minha alegria, Na simplicidade infantil de minhas crianças És me esperança e inteireza Em seu solo macio sou vida Em seu ar desaf...