quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

MORTE EM PEDAÇOS


Ronda-me à morte de uma vida
Morre um nascer dos dias
Sonhos inteiros,
Uma morte inteira,
Sem vida.
Pedaços mutilados de uma vida inteira
Sem mortes.

Sonda-me a ousadia dos viveres
No espetáculo da crisálida,
Que morre lagarta
Nasce borboleta!
Descerro-me  numa barra do dia,
Leve  luz
Traz  noite, magia.

Eu te ouvi pela manhã  Ouvi sua força e sua fé Manhã de céu azul veludo São tantos pontos Tantos lamentos São sons e dons Em alças de te...