VIOLÊNCIA FAMILIAR NA INFÂNCIA

Violência familiar desde a infância até a fase adulta.
É de conhecimento de todos que é necessário conhecer o mundo infantil, ou poderá perdê-lo, sendo que os pais poderão seus filhos pela falta de paciência, se não ama-los com amor incondicional, pelo toque, pelo contato visual, pelo diálogo, pela disciplina coerente e firme, pelo tempo e atenção dispensados aos filhos.
Mas sabemos que, pelo menos os pais/mães, deveriam saber que a crise da violência na família afeta fisicamente, psicologicamente, espiritualmente, dentre outros âmbitos.
E cada uma dessas dimensões deve ser tratada, tanto das vítimas como do agressor.
De maneira especial as vítimas, que não tem culpa por sofrerem agressões tenebrosas sem razão. Sim, creio que as crianças mais peraltas, sapecas e levadas devem ser tratadas de forma diferente, mas não só elas, cada filho possui um personalidade peculiar, portanto, a educação deve ser singular.
A infância é uma fase de extrema importância para a vida de todo o ser humano. E o que podemos dizer de uma criança que foi criada em meios a xingamentos, agressões verbais e físicas (não com gravetos e varas mas com paus de tamanho considerável tendo que o pai apartar tais brigas?)
NÃO, não sou a favor da Psicologia moderna que acredita que tudo deve ser resolvido com o diálogo, creio que a maior parte sim, mas a Psicologia do "Chinelo" (Esse é da minha época) e de umas pequenos tapinhas também são necessárias para a educação infantil quando são de caso extremo.
Tenho inúmeras críticas com relação ao estatuto da criança, mas que não mencionarei no momento, pois não é o foco em questão.
Sempre digo, fazer filhos, qualquer casal poderá ter, mas estar preparado para criar, educar, amar incondicionalmente.... Então venha cá e vamos conversar meu caro casal, porque a maioria não pensa no trabalho da educação e na mudança que os filhos trazem para o casamento.
Por isso é importante desenvolver uma compreensão compartilhada e cooperação não só com o casal mais com todos os envolvidos naqueles que prestam ajuda e/ou participam na vida das crianças.
Infelizmente, quando uma mãe manifesta comportamentos agressores desde a tenra idade do seu filho, ele será vítima desse ataque a sofrerá danos. Podendo ter sequelas pelo resto da vida.
Se o filho apanha da mãe de machada, o que se esperar quando adulto? Lembrando que nesse caso o sofrimento é involuntário. (não pode ser justificado e nunca o é por opção).
Existe uma graaaande diferença imensa entre bater e espancar.
Vamos lembrar da Teoria de Maslow, se nem as necessidades básicas são atendidas pelos pais, o que se esperar?
Penso que os direitos, responsabilidades e expectativas entre marido e mulher com relação a educação dos filhos são explicitamente iguais e paralelos (É o que se vê, a não ser que o casal tenha dialogado e convencionado novas regras e normas na educação).
Mas ressaltando quando as agressões ocorrem também entre os cônjuges, então, onde fica a educação e poder de questionamento referente a educação do filho? Somente o de apartar as brigas, minimizar os conflitos? E onde fica o amor, carinho e todos os sentimentos ao se planejar um filho? Vão sendo esquecidos a partir do momento que eles não são como desejados, não atingem as expectativas.
Realmente tem gente que não nasceu para ser família, muito menos ter filhos.
Sim, sou mente pensante e nessa data que considero uma das mais marcantes do ano (Natal e Dia das Mães) e uma situação me levou a pensar o porquê um adulto não deseja festejar o natal com sua família, nem digo familiares. Quais serão seus motivadores para não ir? E algumas respostas essas pessoas procurarão a vida inteira porque sofreram tais agressões, poderão ir em Psicanalistas, Assistentes Sociais, Psiquiatras, Psicoterapeutas e muitos essas Gestalts nunca serão fechadas.
E em algum momento, inevitavelmente irão se tornar empecilhos aos esforços da vítima das agressões para resolver as dúvidas e crises e seguir com sua vida e terão dificuldade em ter um convívio satisfatório com seus genitores.

By: Keler Rosa.

O verdadeiro amor não se conhece por aquilo que exige, mas por aquilo que oferece.
(Jacinto Benavente) —

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